Dia 23 – Rio Grande a Torres

E acordamos no Brasil, eu com uma gripe braba cheio de dores no corpo e morrendo de preguiça, mas, enfim… vamos pra estrada. Na verdade primeiro vamos para a balsa e depois que pegaremos a estrada.

A balsa com Rio Grande ao fundo

A balsa, que atravessa um braço da Lagoa dos Patos é aquela tranquilidade, e deu para renovar as forças para o que tínhamos planejado, que para nós já é o normal mas é o caminho menos convencional. Seguiríamos até Torres pela BR-101, naquele pedacinho fininho do mapa do Rio Grande do Sul entre a Lagoa dos Patos e o Oceano Atlântico. Mas este trecho nada lembra a BR-101 que todos conhecemos.

A paisagem do início da BR-101

A informação que nos passaram é que a estrada tinha um trecho de 30km com muitos buracos, depois da cidade de Mostardas. Mas até lá o asfalto era ruim e tinha muitas depressões, então o trecho que era o ruim foi tranquilo, já que o buraco dava para desviar e a depressão nem sempre.

Os pinus da estrada

Tínhamos a expectativa de uma paisagem bonita no Parque Nacional da Lagoa dos Peixes mas a estrada não passa tão perto. Mesmo assim a vista é bonita, várias micro propriedades rurais com suas casinhas bem cuidadas e jardins verdinhos, muitas fazendas de pinos e torres de energia éolica. E chegamos a Torres, mesmo com o GPS tentando nos enviar para um lugar desconhecido mais uma vez…

Varia torres de energia éolica no caminho

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