Vale dos Reis
Chegamos em Luxor pela Egyptair bem cedo para dar tempo de ver o Vale dos Reis, Templo de Luxor, o Templo de Karnak e o Vale das Rainhas, pois já dormiremos em Aswan, que é o ponto de saída para os monumentos de Abu Simbel. Caso opte por ir de avião e não consiga voo que chegue bem cedo, aconselhamos dormir uma noite por lá para poder ir cedinho ao Vale dos Reis.

Luxor é uma cidade na margem oriental do rio Nilo, no sul do Egito. É o lugar da antiga Tebas, capital dos faraós no auge de seu poder, entre os séculos XVI e XI a.C.

O Templo de Luxor foi iniciado na época de Amenófis III e aumentado mais tarde por Ramsés II, mas foi concluído apenas no período muçulmano. É o único monumento do mundo que contém documentos das épocas faraônica, greco-romana, copta e islâmica, com nichos e frescos coptas e até uma mesquita.

O Templo de Karnak foi construído próximo a uma aldeia que se chamava El-Karnak. Na época, por volta de 2200 a.C. até meados de 1800 a.C., o Templo de Karnak era conhecido como Ipet-Sut, que significa “o melhor de todos os lugares”.

O templo de Karnak foi dedicado a uma sagrada família de egípcios, formada pelos deuses Amon (pai), Mut(mãe) e Khosu (filho). Segundo arqueologistas e historiadores, o templo foi ampliado por reinados seguintes ao longo de mais de 1700 anos, e ficou submerso nas areias até meados do século XVIII.

Com uma área de mais de 2.000 m², tem um longo do corredor e um saguão ornado com uma floresta de pedras, sustentado por 134 colunas gigantes em forma de papiro. No templo, também encontra-se um lago que era sagrado para os egípcios da Antiguidade, pois representava a purificação dos deuses e o renascimento pela manhã do deus-sol Amon.

As escavações ainda estão em andamento para alguns túmulos e alguns estão abertos a visitação em um cronograma rotativo para permitir a visitação de todos. Ao entrar em algumas tumbas você vai perceber a riqueza em detalhes, é uma verdadeira viagem ao tempo, ainda há paredes que conservam a pintura original de milhares de anos, a exemplo da famosa Tumba de Ramsés VI. Não são permitidas fotos no interior das tumbas, e, como seguimos as regras sempre, não temos fotos próprias, somente as oficias de divulgação.
