Bolonha

Conhecida como “La grassa, La dotta, La rossa” (a gorda, a culta e a vermelha). La grassa por causa da culinária, mas se você quiser ir a Bolonha para comer o verdadeiro espaguete a bolonhesa, esqueça. Esse não é um prato típico local, lá o tradicional é o Tagliatelle Al Ragú. La dotta por ter a mais antiga Universidade do mundo ocidental, fundada em 1088. Poetas como Dante, Boccaccio e Petrarca já foram professores lá. La rossa é devido ao tom avermelhado de suas construções.

Duomo de Bolonha

Em Bolonha vá direto a Piazza Maggiore, onde ficam a curiosa Duomo inacabada. Reza a lenda que a população, já sem dinheiro, impediu a continuação das obras e ela ficou assim mesmo.

Também na Maggiore estão os Palazzos del Notai, o d’Accursio, onde funciona a prefeitura e que tem várias obras de arte com entrada livre, o Comunnale (foto acima a esquerda), o Podestá (foto acima a direita) e del Banchi.

Fontana del Netuno (foto: przewodinik)

Ao lado da Maggiore tem a Fontana del Netuno, construída em 1566, e que eu não vi pois estava sendo restaurada…

As torres de Bolonha (Foto: Patrick Clenet)

Da praça é possível ver as duas torres que são o símbolo da cidade, a Asinelli, construída em 1119 e a Garisenda, menor e mais torta.

Uma das ruas do Quadrilátero

Ao lado esquerdo da Maggiore, se você estiver de frente para a Duomo, existe um lugar chamado Quadrilátero, que é formado por um monte de ruas estreitas, que faziam parte do antigo mercado da cidade e mantém, ainda hoje, esse ar de comércio. Ali você vai achar de tudo, frutas, peixes, massas, tudo fresco.