Por Dani Moro (@soudanimoro)

Depois que Sabrina Sato e Fábio Porchat compartilharam suas experiências na Tailândia, muitos esperam sempre relatos semelhantes.
Minha disposição noturna, que nunca foi grande, está cada vez mais reduzida. Então, o máximo que posso contar sobre a vida noturna de Phuket foi que andei pela rua central de Patong, vi as placas, as meninas no pole dance e achei a energia muito densa. Isso foi maior do que minha vontade de ver os shows de ping pong e conhecer os milagres do pompoarismo. Para ser sincera, achei decadente, triste… e decidi sair rapidamente.
Isso me fez não gostar de Phuket? Não, eu amei Phuket! É uma cidade grande e ficar perto de Karon foi um presente da vida.
Foram dias com poucas fotos, acho que desde que comecei a viagem foram os dias com menos registros. A beleza é tanta que não tenho vontade de olhar nada além da natureza.
Ficamos a menos de uma quadra da praia. Acordar cedo, passar no 7-Eleven para pegar um misto quente (divino) e uma caixinha de jaca, e seguir para a praia. Pegar uma cadeira bem em frente ao mar, com os tons de azul mais lindos que já vi, contrastando com uma areia branca que até dói a vista, e passar o dia… sim, o dia inteiro. Ficar ali das 9h às 18h, revezando do guarda-sol para a água morna de uma praia transparente e sem ondas. Os dias foram assim… perfeitos… sem precisar de mais nem menos! E imagine tudo isso em companhia da Mariana!
Existiam Budas para serem vistos, templos e trilhas… mas eu queria estar ali!
Somente ali. Desobrigada de cumprir lista de pontos turísticos ou afazeres. Uma profunda alegria em fazer nada, contemplando tudo isso, acompanhada de quem amo!
