Impressões: Seul – Coreia do Sul

Por Dani Moro (@d.a.n.i_m.o.r.o)

Quando partimos de pressupostos, a chance de dar errado é grande! Cheguei na Coreia do Sul acreditando que Seoul seria uma continuidade da China… mais ou menos… tudo Ásia!
Deveria ter percebido que, mesmo sendo latino-americana, sou um tanto diferente dos bolivianos!

Mas, depois de perceber que estava inserida em uma nova ordem mundial, restava-me respeitar o tempo. Não o tempo em minutos, mas os caprichos da natureza. Cheguei debaixo de uma chuva intensa que persistiu por dias, seguida por um frio igualmente intenso, proporcionando-me a incrível sensação térmica de -5°C. Fazia muito tempo que não sentia frio.

Para aquecer os dias, nada melhor que a arte, e se tem uma coisa que se destaca em Seul é a arte. Galerias, feiras, shoppings, museus, explosões, mostras, apresentações… Arte digital, tradicional, apresentações de música, dança… pode escolher! O que quiser, encontrará sempre algo para ver ou admirar bem perto de você!

Escutei Bachianas n5 cantada em português perfeito por uma coreana. E claro que a arte pede comida… e como se come em Seul…
Restaurantes, cafés, bares, lanchonetes… o país é pequeno, mas tudo o que se tem, há aos montes.

Aos montes também floriculturas que vendem ramalhetes de toda forma… tanto que o ímã de geladeira de lembrança é um ramalhete.

Toda roupa chinesa que não vi na China, está em Seul, há lojas e mais lojas com roupas chinesas para vender. Tudo de luxo que se vê na China, vê-se ainda mais em Seoul.

O filme “Parasita” começa a fazer mais sentido aqui.

Não tem como não gostar da cidade, que é alegre e simpática. Talvez eu não tenha aproveitado tanto… um misto de frio e uma vontade imensa de colocar a Mari no colo e assistir filmes bobos por dias, comendo pipoca. Sim, viajar é bom, mas tudo tem seu preço… e o preço de Seul foi a saudade do grande amor da minha vida!

Marketing Director, Strategy, Brand Creation and Development, Digital Media, Communication Strategy

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