Desgaste dos pneus atrasam chegada a Puerto Madryn
O dia começou com a busca do pneu, antes de partirmos para Puerto Madryn. Já havíamos olhado durante a noite as possíveis lojas onde encontraríamos o pneu, a Yamaha era a mais próxima e como a marca tem uma Custom, acreditávamos que acharíamos ali um pneu aro 16. Descobrimos então o motivo de não vermos motos Yamaha na Argentina. A loja abriu meia hora atrasada e os funcionários não têm muito interesse em atender o cliente, pelo que vimos. Conseguimos achar na loja da KTM um 16, dianteiro, que daria para rodar um bom trecho. Talvez não chegue ao Brasil, mas estava levando o antigo que vimos ainda ter bastante borracha.
Saímos para a estrada perto de meio dia mas ainda deu para rodar 450 km até Puerto Madryn. Por ser a cidade balneária mais populosa do sul argentino, e um dos centros de turismo mais importantes de toda a Patagônia argentina, se puder, passe uns dias por lá para conhecer e fazer os passeios disponíveis.
Chegamos com sorte e achamos uma promoção no Hotel Rayentray Puerto Madryn. O melhor hotel da viagem, certamente. Mas o preço estava tão bom que nem procuramos outro, ficamos de frente para o mar e ainda deu tempo de dar uma passeada pela orla. Afinal, já estávamos na estrada por 17 dias e merecíamos um pouquinho de mordomia. O restaurante do hotel também é muito procurado, vale muito a pena.
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